Smartphones mais inteligentes? Ou mais perigosos?

Proteja seu Medicamento no Invólucro ou no Estojo e deixe a Radiação do seu Smartphone ou Celular do lado de fora.

Muitos devem se questionar, se não seria mais prático blindar os efeitos negativos dos celulares, wifi, televisores, fornos de micro ondas, etc.; ao invés de tomarmos ações para proteger nossos medicamentos, animais de estimação ou até nós mesmos das radiações. Acontece que isto só seria obtido se abolíssemos o uso deles, coisa que para nosso dia a dia seria inviável pois nos acostumamos com as facilidades que estes nos proporcionam. Além disso, este esforço não teria serventia, se seu vizinho ou se o ambiente ao seu redor não estivesse fazendo o mesmo.

Colocar o celular dentro de caixas metálicas ou embrulha-los em filmes metálicos para obter a proteção esperada, isto faz com que o celular receba um sinal muito baixo eletromagnético. Nas gerações de celulares anteriores à G3 e G4, o celular ficava mudo e sem sinal, mas nestas duas gerações de celulares, isto não acontece tão facilmente, pois seus aparelhos são providos de um recurso tecnológico chamado de AGC, Controle Automático de Ganho. Este recurso funciona analogamente como descrito a seguir:

Se você começa a falar com uma pessoa, que se encontra a  vários metros de distância, você iria falar com uma voz mais alta do que o normal para essa pessoa consiga ouvi-lo. A medida que você caminha para mais perto dessa pessoa, enquanto continua a falar, você pode reduzir o volume de sua voz e ainda ser perfeitamente ouvido.
O AGC funciona de uma forma semelhante. Quando um sinal de celular disponíveis é fraco, por causa da distância a partir da torre de celular, ou por causa de obstruções entre o telefone e a torre, o AGC detecta essa condição de sinal fraco e aumenta a intensidade do sinal em ambos os sentidos – de entrada da torre para o seu aparelho, e de saída do seu aparelho para a torre.

Quando o sinal é mais forte porque você está mais perto da torre ou há menos obstruções bloqueando o sinal, o AGC também detecta essa condição, ele controla o ganho do sinal amplificado para que ele não sobreponha o sinal da torre de celular, mas continua a oferecer alcance do sinal máximo e área de cobertura nessas condições.

Com isso, ao guardar o celular em bolsas, maletas, caixas ou qualquer outro objeto, o nível de radiação emitido pelo mesmo vai aumentar até que o mesmo assegure que o elo de comunicação com a torre mais próxima seja estabelecido.
Consequentemente, ao guardarmos medicamentos na mesma bolsa, caixa, mala ou qualquer outro objeto, este medicamento será bombardeado com uma carga altíssima, mais danosa à preservação do medicamento.

Quando instintivamente colocamos o celular dentro de caixas metálicas e forçamos seu funcionamento, não estamos testando a eficácia da blindagem desta caixa e sim observando o princípio de aumento de potência do celular para compensar a atenuação promovida pela blindagem.

Logo, concluímos que os invólucros e estojos que utilizamos para proteger nossos medicamentos servem e são eficazes para atenuar os sinais a níveis salubres de radiação eletromagnética, pois com o celular do lado de fora deste invólucro o AGC não é incitado a compensar a atenuação promovida pela blindagem do invólucro e mesmo se fosse o sinal como comprovado nos testes fica bem abaixo dos níveis limites.

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